BEM ESTAR Índice de fumantes passivos cai 42% em 8 anos no Brasil, diz ministério

BEM ESTAR Índice de fumantes passivos cai 42% em 8 anos no Brasil, diz ministério

Dado foi informado nesta terça-feira e é comparação entre o anos 2009 e 2016; Aracaju, Porto Velho e São Paulo são as capitais que apresentaram a menor prevalência de fumantes passivos. número de

Leia tudo

Dado foi informado nesta terça-feira e é comparação entre o anos 2009 e 2016; Aracaju, Porto Velho e São Paulo são as capitais que apresentaram a menor prevalência de fumantes passivos.
número de fumantes no Brasil e no mundo vem diminuindo, assim como o índice de pessoas que respiram a fumaça de cigarros alheios. A quantidade de fumantes passivos em ambientes domiciliares caiu 42% em 8 anos.
O dado integra a última edição da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foi divulgado nesta terça-feira (29), data em que é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo.
“Estamos comemorando 42% de redução de exposição de fumantes passivos nas residências. Esse é o dado mais relevante desta solenidade”, afirmou o ministro da saúde, Ricardo Barros.
Segundo o levantamento, Aracaju, Porto Velho e São Paulo são as capitais que apresentaram a menor prevalência de fumantes passivos no ano passado, com 5,1%, 5,6% e 5,8%, respectivamente. Porto Alegre, no entanto, teve o maior percentual (10,4%), no mesmo período.
O estudo apontou também que a frequência de fumantes passivos em ambientes familiares foi mais alta entre os jovens, de 18 a 24 anos, em ambos o sexo. “Precisamos atuar para evitar que principalmente os jovens façam uso do tabaco”, disse Ricardo Barros.
Para chegar a essas conclusões, a pesquisa entrevistou 53.210 pessoas nas 26 capitais do país e no Distrito Federal. Em 2009, 12,7% dos entrevistados eram fumantes passivos e, no ano passado, passou a ser de 7,3%.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2013, o tabagismo passivo foi a terceira maior causa de morte evitável no mundo, perdendo para tabagismo ativo e consumo excessivo de álcool. O Ministério da Saúde informou que, em 2015, 17.972 pessoas morreram em decorrência da fumaça do cigarro.

Por Letícia Carvalho, G1

Posts Relacionados