Cineasta constrói centro para formação de roteiristas e diretores

Cineasta constrói centro para formação de roteiristas e diretores

Rio de janeiro. Um dos mais celebrados cineastas de sua geração, o chinês Jia Zhang-ke pensa grande quando o assunto é o desenvolvimento do setor em seu país. E não só pela parte que lhe

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Rio de janeiro. Um dos
mais celebrados cineastas de sua geração, o chinês Jia Zhang-ke pensa
grande quando o assunto é o desenvolvimento do setor em seu país. E não
só pela parte que lhe cabe nesse latifúndio – ele é um dos que mais têm
contextualizado o impacto das transformações econômicas da China sobre o
indivíduo comum, em filmes como “Artesão Pickpocket” (1997) e “Ash Is
the Purest White”, atualmente em produção. Essa é apenas parte da
história. Em outubro, ele inaugurou um festival de cinema em Pingyao,
cidade considerada patrimônio da Humanidade pela Unesco, focado no
chamado “cinema de autor”. Agora, constrói um centro de artes voltado
para a formação de cineastas em Fenyang, sua cidade natal.

A
região costuma servir de cenário para os filmes do diretor, geralmente
desenvolvido em torno de operários, migrantes e marginais, rodeados por
vastas paisagens ou enclausurados em parques temáticos e fábricas
gigantescas. Foi uma dessas antigas usinas de Fenyang, há muito
abandonada, que Zhang-ke escolheu para abrigar o centro de artes.