EU PERTENÇO AO UNIVERSO

EU PERTENÇO AO UNIVERSO

Você já parou para pensar no tamanho da imensidão do universo? O que será que mora ali? Almas, histórias, vidas, esperanças... Entregue-se ao infinito do universo e descubra uma nova forma de

Leia tudo

Você já parou para pensar no tamanho da imensidão do universo? O que será que mora ali? Almas, histórias, vidas, esperanças... Entregue-se ao infinito do universo e descubra uma nova forma de enxergar a vida! Inspire-se com nossas mensagens e encontre a motivação certa.

OLHOS NOS OLHOS

Essa é minha verdadeira relação com a vida: a de olhar nos olhos dela e de entender, por esse olhar, exatamente o que espera de mim, mas jamais o que eu posso esperar dela. Sabemos como ir, como chegar, como ficar, mas precisamos da ação. Precisamos olhar mais nos olhos, conhecer mais o interior, interessar-nos mais pelo que há além da aparência. Os olhos com os quais precisamos ver são o da empatia, simpatia e cumplicidade. Sigamos guiados sempre com cada um deles.

CONDUTORA DO MEU DESTINO

Sei que preciso assumir as rédeas e a direção. Por isso, acostumei-me a, nem sempre, saber para onde vou ou do que exatamente preciso. Mas, com toda certeza, não é disso. Não é regrar-me. É apreciar aquilo que faço, que deixo acontecer com a naturalidade que a vida me ensinou a ter. Se acredito em destino? Acredito. Acredito no final dele, naquele que eu conquistei e que vai me abrir portas e fazer feliz quando eu finalmente puder dizer: cheguei. Cheguei exatamente onde eu precisava estar.

ABRAÇO INTERIOR

Abraço-me por dentro. Estudo minhas ideias, meus preceitos, pensamentos, minhas mudanças, meus gestos, minhas concepções, meus amores, minhas provações, meus sentimentos, minhas análises. Estudo minhas formas mais complexas para abraçá-las em toda e qualquer atitude que eu venha a tomar: certa ou errada, estou, dentro desse abraço, conscientizando-me de que ela me define em alguma instância, e que fui eu quem a abracei, escolhi e apliquei por minha vida.

AUTORECONCILIAÇÃO É TUDO

Quando cometem um erro conosco, geralmente nos machucamos por algum tempo, levamos algum intervalo para compreender, mas se nos redimimos com sinceridade, a volta, a reconciliação não tarda a chegar. Que, pensando nisso, consigamos perdoar a nós mesmos como amigos que temos que ser de nossas personalidades. Se não são benéficas, devemos cuidá-las e aconselhá-las. Se são boas o suficiente, precisamos mantê-las e ouvi-las por mais vezes, inclusive nos momentos de maior dúvida e indecisão. O perdão que nos é concedido é sempre o da consciência limpa e do prosseguimento feliz.

NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO

A gente tem diversas chances para sermos felizes. E damos a cada uma delas um nome curto: dias. Um dia após o outro, sempre bastante preenchidos com as oportunidades que porventura possamos querer agarrar enquanto estamos de passagem pela vida. Ver o tempo passar é um presente — se formos presentes o suficiente para mudar algo e ver que o nosso papel é simples, só é necessária a vontade de agir.

O TEMPO É ALIADO

Por isso, faça do tempo um amigo. Ele sempre vai passar à medida que você se preocupar em fazer algo para que ele realmente passe à frente dos seus olhos. Caso contrário, ainda assim ele vai passar. Vai passar, mas como brisa pouca: sem sentir, sem aproveitar, sem viver o que possa trazer de melhor (e de nem tão bom assim, mas que nos serve essencialmente, também). Se não se preocupar em viver, o tempo vai passar sem a sua presença para contar história.

TODO PONTO É UMA PARTIDA

Se a gente não souber onde chegar, por enquanto não importa. Só é preciso conhecer onde estamos. De qualquer lugar podemos alçar os melhores voos, pois para aquilo que acreditamos não há limite imposto. E esse é o melhor projeto: ir, sabendo apenas de onde partir. Para a maioria dos projetos de nossa vida foi assim, não é? Sabíamos apenas o que iria acontecer, mas não tínhamos qualquer acesso ao resultado. Agora, nesse momento oportuno, aprendemos que nós é que fabricaríamos o resultado.

AS DÁDIVAS QUE O DESTINO TRAZ

É com cada resultado que adquirimos que é possível ter acesso a tantos sorrisos que acumulamos ao longo da vida. Aliás, quantas vezes será que paramos para contabilizar o quanto sorrimos? Talvez poucas, porque parece que a tristeza consome quando chega. Mas o consumo é sempre passageiro, lembre-se disso. O contágio, daqueles que a felicidade vem para carregar e despejar em nós mesmos vez por todas, é daqueles que pegam e ficam. E, em verdade, a gente nem quer que vá embora.

APRENDO COM MEUS MESTRES

Aqueles que a vida, por sorte, merecimento ou o que quiser nomear, me deu. Mas eu acredito sinceramente que escolhi. Que fiz por merecer as tristezas, alegrias, as pessoas e as circunstâncias que são colocadas nos caminhos e estradas que trilho — e que cumprem seu papel de mestre com o que pode considerar-se um pouco redundante, mas que é a maestria. Que é a capacidade de, mais do que isso, nos ensinar a reger a nós mesmos e a passar por essa vida com o máximo de leveza que seja possível.

Posts Relacionados